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Ceara-Mirim, RN

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Ceará-Mirim é uma cidade, localizada no estado de Rio Grande do Norte (a sigla deste estado é "RN").


Sobre Censo Demográfico: O Censo realizado pelo IBGE aponta população estimada em 72.878 habitantes, sendo aproximadamente 33.747 homens e 34.394 mulheres. A densidade demográfica de 94.07 km².


As pessoas nascidas em Ceará-Mirim/RN são chamadas de "ceará-miriense" (na expressão popular "Quem nasce em Ceará-Mirim é ceará-miriense"). Atualmente existem 47.531 alfabetizados. O DDD (Discagem Direta a Distância) é @DDD


Sobre Religião: Segundo censo na cidade de Ceará-Mirim existe 56.024 habitantes da religião católica, 8.831 habitantes da religião evangélica e 460 habitantes espíritas.


Sobre IDHM: (Índice de Desenvolvimento Humano Municipal) que é composto por indicadores de três dimensões: longevidade, educação e renda. Este índice varia entre 0 e 1, sendo que quanto mais próximo de 1 maior o desenvolvimento humano. O IDHM de Ceará-Mirim/RN é 0.616 .

O código do município de Ceará-Mirim do IBGE é 2402600. Existem 34 postos de saúde (SUS) em Ceará-Mirim.


Saiba mais sobre Ceará-Mirim/RN: Identificamos em pesquisas realizadas em nosso banco de dados que existem aproximadamente 6 ruas cadastradas, distribuídas em 11 bairros (publicamos a relação destes 11 bairros organizados alfabeticamente na parte inferior desta página) na cidade de Ceará-Mirim/RN. E encontra-se também cadastradas em nossa base de dados cerca de 266 empresas, comércios, prestadores de serviço, profissionais liberais, autônomos, dentre outros. Sendo que estes podem ser facilmente encontradas em: applocal.com.br/empresas na cidade de Ceará-Mirim/RN.


Município de Ceará-Mirim
Município Ceará-Mirim
Estado Rio Grande do Norte
Gentílico ceará-miriense
IDH 0.616
População
Total Estimada 72.878 Homens 33.747 Mulheres 34.394 Densidade 94.07 hab./km²
Religião
Católicos 56.024 Evangélicos 8.831 Espíritas 460
Fonte: IBGE
Ceará-Mirim Rio Grande do Norte - RN A história da povoação do Ceará Mirim está ligada aos índios Potiguares que viviam às margens do rio Pequeno depois chamado rio Ceará Mirim, que de maneira clandestina comercializavam o pau-brasil com os franceses e os espanhóis, recebendo em troca especiarias e, por último com os portugueses, seus colonizadores. O pau-brasil existente em quantidade na região era transportado através de um rudimentar sistema de navegação aproveitando as águas do rio Gramoré. Os portugueses, juntamente com Antônio Felipe Camarão, o famoso índio Poty, que chefiava a tribo dos Potiguares tomaram a iniciativa no sentido de organizarem um povoamento. Fundaram um convento na aldeia do Guajiru, e numa área de terra concedida aos padres da Companhia de Jesus, construíram uma igreja, um prédio destinado a cadeia e a câmara municipal. Com o trabalho desenvolvido na organização do povoado, os padres conquistaram a estima dos índio de Guajiru. Os índios estavam satisfeitos com os padres jesuítas, os colonizadores portugueses não, pois queriam as terras férteis do vale e para isso procuraram afastar do caminho a presença incômoda e ética dos jesuítas. Com o afastamento dos jesuítas, os colonizadores portugueses passaram a administrar sem a presença do elemento religioso e sem qualquer tipo de fiscalização. Uma Carta Régia do Marquês de Pombal proibiu sumariamente, sem qualquer motivo nem explicação, a participação de jesuítas na organização administrativa e de ensino do povoado. Com o afastamento dos jesuítas, os índios pressionados pelos colonizadores acabaramnegociando suas terras com estranhos. Nessa época, chegaram os negros vindos da África, e com eles começava o trabalho cativo e formação dos engenhos de cana-de-açúcar, que vieram a comandar a economia e a história do vale do Ceará-Mirim. Nascia, assim, uma civilização própria com base nos senhores de engenho, conscientes do domínio econômico que exerciam, e de uma fidalguia poderosa e elegante. Era o final do século XIX, o vale prosperava e crescia com a produção canavieira. Por algum tempo conservou-se um núcleo de ostentação e luxo. Surgiram os bailes aristocratas, as carruagens forradas com seda e as festas ricas e pomposas. Esses traços que marcaram uma Era caracterizaram, no tempo, a etapa patriarcal e escravocrata do açúcar. Gentílico: ceará-minirense. Fonte: IBGE e Prefeitura Municipal.