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Chapeco, SC

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Chapecó é um município (também pode ser chamada de "cidade"), localizada no estado de Santa Catarina (a sigla deste estado é "SC").


Sobre Censo Demográfico: O Censo realizado pelo IBGE aponta população estimada em 205.795 habitantes, sendo aproximadamente 90.626 homens e 92.904 mulheres. A densidade demográfica de 293.15 km².


As pessoas nascidas em Chapecó/SC são chamadas de "chapecoense" (na expressão popular "Quem nasce em Chapecó é chapecoense"). Atualmente existem 161.437 alfabetizados. O DDD (Discagem Direta a Distância) é 49


Sobre Religião: Segundo censo na cidade de Chapecó existe 131.452 habitantes da religião católica, 39.439 habitantes da religião evangélica e 2.712 habitantes espíritas.


Sobre IDHM: (Índice de Desenvolvimento Humano Municipal) que é composto por indicadores de três dimensões: longevidade, educação e renda. Este índice varia entre 0 e 1, sendo que quanto mais próximo de 1 maior o desenvolvimento humano. O IDHM de Chapecó/SC é 0.79 .

O código do município de Chapecó do IBGE é 4204202. Existem 59 postos de saúde (SUS) em Chapecó.


Saiba mais sobre Chapecó/SC: Identificamos em pesquisas realizadas em nosso banco de dados que existem aproximadamente 1.536 ruas cadastradas, distribuídas em 52 bairros (publicamos a relação destes 52 bairros organizados alfabeticamente na parte inferior desta página) na cidade de Chapecó/SC. E encontra-se também cadastradas em nossa base de dados cerca de 8.143 empresas, comércios, prestadores de serviço, profissionais liberais, autônomos, dentre outros. Sendo que estes podem ser facilmente encontradas em: applocal.com.br/empresas na cidade de Chapecó/SC.


Município de Chapecó
Município Chapecó
Estado Santa Catarina
Gentílico chapecoense
IDH 0.79
População
Total Estimada 205.795 Homens 90.626 Mulheres 92.904 Densidade 293.15 hab./km²
Religião
Católicos 131.452 Evangélicos 39.439 Espíritas 2.712
Fonte: IBGE
A Região Oeste Catarinense é o espaço constituído pelo território do primitivo Município de Chapecó. Se, administrativamente, havia ali uma região, isto não ocorria sob o ponto de vista geográfico, pois o recenseamento de 1920 encontrou, naquela área, a população de 11.315 habitantes. Chapecó, no princípio do século, não era um espaço vivido, pois não possuía contingente humano para a vida regional. (Peluso, 1892,). Numa retrospectiva histórica, desde os tempos do Brasil-Colônia, a região oestina foi objeto de questões de domínio de sua área: Questão de Missiones ou Questão de Palmas e Questão de Limites (Contestado) entre SC e PR, dificultando grandemente o processo efetivo de povoamento. Os primeiros momentos referentes ao povoamento regional, estão ligados aos paulistas em sua marcha rumo ao sul do Brasil. A criação do Município de Chapecó, em 25 de agosto de 1917, representou para a região oestina: a) a definição da região como parte integrante do contexto catarinense - nova unidade político-administrativa; b) a necessidade urgente de uma ação de colonização para a região por parte das autoridades constituídas em nível local e estadual; c) a transferência da colonização para a iniciativa particular. Assim, a colonização da região inicia-se com as primeiras manifestações no sentido de a região receber ações e empreendimentos das Companhias de Colonização, através da venda e/ou doações de terras por parte do governo. As Companhias Colonizadoras chegam à região oestina instalando-se com capital próprio. O governo de Santa Catarina participava concedendo alguns incentivos para a iniciativa empresarial colonizadora pela necessidade premente de ocupação da região. Inaugura-se assim a colonização sistemática da região. Dentre as Companhias de Colonização que atuaram na região do Município de Chapecó, a partir de sua criação, destacam-se a Empresa Colonizadora fundada por Ernesto Francisco Bertaso e os irmãos Agilberto Atílio e Manoel dos Passos Maia em 1918 e que se instalou no antigo povoado de Passo dos Índios (atual cidade de Chapecó) com um escritório. Em 1923 houve a dissolução da sociedade, passando todo o ativo e passivo para Ernesto Bertaso e seus descendentes. Esta colonizadora tornou-se proprietária de vasta área e responsável por qualquer iniciativa comercial e colonizadora dentro de seu patrimônio que atingiu a casa de 2.249.259.441m². A área inicial, sob a jurisdição da colonizadora Bertaso, abrangia as fazendas: a) Campina do Gregório, com 15.000 mil alqueires, ou seja 509.234.874m², adquirida por compra em 1918 dos herdeiros da Baronesa de Limeira (SP). b) Fazendas Rodeio Bonito e Chapecó, totalizando 100.000 mil hectares, por concessão do Governo do Estado de Santa Catarina, cujo contrato data de 26 de junho de 1920. Respectivamente, a área das fazendas era de: 288.202.080m² e 538.186.742m². Bertaso, mesmo não tendo sido o fundador de algumas povoações no Oeste catarinense, foi inegavelmente um dos principais elementos responsáveis pelo crescimento e expansão das mesmas. A empresa por ele dirigida deixou como marco os traçados da atual cidade de Chapecó e dos povoados de então, Quadro Coronel Freitas (hoje município), Fernando Machado (hoje distrito de Cordilheira Alta), Simões Lopes (hoje distrito de Coronel Freitas) e Quilombo (município). A empresa Colonizadora Bertaso construiu estradas e estabeleceu nas terras milhares de colonos procedentes de lugares diversos das antigas colônias do Rio Grande do Sul. Paulatinamente, a incorporação da região ia acontecendo. A atividade econômica do extrativismo, com a conseqüente venda da produção aos países do Prata, através do sistema de balsas, tomou conta. Graças à fertilidade de seu solo, num curto espaço de tempo a região oestina inseriu-se em um processo amplo de expansão econômica colonial do Sul do país. Chapecó é palavra de origem Kaingang com várias interpretações: "chapadão alto", "chapéu feito de cipó" e "põe no chapéu" para nativos da língua. Segundo pesquisas feitas pelo Dr. Selistre de Campos, a palavra origina-se dos termos "echa" + "apê" + "gô", que na língua dos nativos significa "donde se avista o caminho da roça".. Fonte: IBGE e Prefeitura Municipal.