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Macapa, AP

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Macapá é um município (também pode ser chamada de "cidade"), localizada no estado de Amapá (a sigla deste estado é "AP").


Sobre Censo Demográfico: O Censo realizado pelo IBGE aponta população estimada em 456.171 habitantes, sendo aproximadamente 195.613 homens e 202.591 mulheres. A densidade demográfica de 62.14 km².


As pessoas nascidas em Macapá/AP são chamadas de "macapaense" (na expressão popular "Quem nasce em Macapá é macapaense"). Atualmente existem 324.616 alfabetizados. O DDD (Discagem Direta a Distância) é 96


Sobre Religião: Segundo censo na cidade de Macapá existe 258.936 habitantes da religião católica, 107.101 habitantes da religião evangélica e 2.266 habitantes espíritas.


Sobre IDHM: (Índice de Desenvolvimento Humano Municipal) que é composto por indicadores de três dimensões: longevidade, educação e renda. Este índice varia entre 0 e 1, sendo que quanto mais próximo de 1 maior o desenvolvimento humano. O IDHM de Macapá/AP é 0.733 .

O código do município de Macapá do IBGE é 1600303. Existem 79 postos de saúde (SUS) em Macapá.


Saiba mais sobre Macapá/AP: Identificamos em pesquisas realizadas em nosso banco de dados que existem aproximadamente 1.564 ruas cadastradas, distribuídas em 38 bairros (publicamos a relação destes 38 bairros organizados alfabeticamente na parte inferior desta página) na cidade de Macapá/AP. E encontra-se também cadastradas em nossa base de dados cerca de 4.166 empresas, comércios, prestadores de serviço, profissionais liberais, autônomos, dentre outros. Sendo que estes podem ser facilmente encontradas em: applocal.com.br/empresas na cidade de Macapá/AP.


Município de Macapá
Município Macapá
Estado Amapá
Gentílico macapaense
IDH 0.733
População
Total Estimada 456.171 Homens 195.613 Mulheres 202.591 Densidade 62.14 hab./km²
Religião
Católicos 258.936 Evangélicos 107.101 Espíritas 2.266
Fonte: IBGE
Macapá se originou de um destacamento militar fixado no mesmo local das ruínas da antiga Fortaleza de Santo Antônio, a partir de 1740. Este destacamento surgiu em razão de constantes pedidos feitos pelo governo da Província do Grão Pará e Maranhão (a quem as terras do Amapá estavam juridicamente anexadas), João de Abreu Castelo Branco, que desde 1738, sentindo o estado de abandono em que se encontrava a Fortaleza, solicitava à Coroa portuguesa providências urgentes. Em 1740 veio a resposta do rei português D. João, que não só autorizou o governador do Pará a construir um fortim no mesmo local das ruínas da fortaleza de Santo Antônio, como também enviou um projeto de construção de um pequeno forte idealizado pelo sargento-mor Manuel de Azevedo Fortes e pelo engenheiro-mor do reino, Miguel Luís Alves. Deste forte originou-se Macapá. Depois que D. José I assumiu o trono português, o Marquês de Pombal assumiu o ministério real e nomeou, em seguida, seu irmão Francisco Xavier de Mendonça Furtado para o comando das Armas da Província do Pará, assim como para a presidência da própria província, gozando de plenos poderes para promover a fundação e colonização de vilas na Amazônia Setentrional. É nesta época que Macapá assiste à chegada dos colonos dos Açores. Em 2 de fevereiro de 1758, Mendonça Furtado instala os poderes Legislativo e Judiciário da vila, e em 4 de fevereiro, dois dias depois, eleva o povoado à categoria de vila. A emancipação de Macapá despertou a cobiça de holandeses, ingleses e franceses que ameaçavam a todo custo invadir a vila. Após intensa campanha Mendonça Furtado vem a falecer, não realizando o sonho de ver Macapá fortificada condignamente. A grande fortaleza só foi inaugurada em 19 de março de 1782, 18 anos depois de iniciados os trabalhos. Erguida a imponente fortaleza, a vila começou a desenvolver-se, sempre gozando das vantagens inerentes à sua qualidade de centro militar, até os dias que precederam à proclamação da Independência do Brasil. Macapá cresceu à sombra desta fortaleza, testemunho do esforço luso-brasileiro na conquista, colonização e manutenção da Amazônia e representa a mais vigorosa afirmação do domínio português no Território do Amapá. Teve papel relevante no laudo arbitral de Berna, em 1º de dezembro de 1900. O topônimo é de origem tupi, com uma variação de macapaba, que quer dizer lugar de muitas bacabas, um fruto de palmeira nativa da região.. Fonte: IBGE e Prefeitura Municipal.