Paulista é uma cidade localizada no estado de Pernambuco (a sigla deste estado é "PE").


Sobre Censo Demográfico: O Censo realizado pelo IBGE aponta população estimada em 322.730 habitantes, sendo aproximadamente 141.630 homens e 158.836 mulheres. A densidade demográfica de 3087.66 km².

 

As pessoas nascidas em Paulista/PE são chamadas de "paulistano" (na expressão popular "Quem nasce em Paulista é paulistano"). Atualmente existem 259.712 alfabetizados.


Sobre Religião: Segundo censo na cidade de Paulista existe 147.313 habitantes da religião católica, 90.840 habitantes da religião evangélica e 9.631 habitantes espíritas.


Sobre IDHM: (Índice de Desenvolvimento Humano Municipal) que é composto por indicadores de três dimensões: longevidade, educação e renda. Este índice varia entre 0 e 1, sendo que quanto mais próximo de 1 maior o desenvolvimento humano. O IDHM de Paulista/PE é 0.732 .

O código do município de Paulista do IBGE é 2610707. Quantidade de Postos de Saúde e Paulista, PE: 53.


Saiba mais sobre Paulista/PE: Identificamos em pesquisas realizadas em nosso banco de dados que existem aproximadamente 1.954 ruas cadastradas, distribuídas em 23 bairros (publicamos a relação destes 23 bairros organizados alfabeticamente na parte inferior desta página) na cidade de Paulista/PE. E encontra-se também cadastradas em nossa base de dados cerca de 3.953 empresas, comércios, prestadores de serviço, profissionais liberais, autônomos, dentre outros. Sendo que estes podem ser facilmente encontradas em: applocal.com.br/empresas na cidade de Paulista/PE.

História da Cidade Paulista, PE:

Município de Paulista
Município Paulista
Estado Pernambuco
Gentílico paulistano
IDH 0.732
População
Total Estimada 322.730 Homens 141.630 Mulheres 158.836 Densidade 3087.66 hab./km²
Religião
Católicos 147.313 Evangélicos 90.840 Espíritas 9.631
Fonte: IBGE
A história do Paulista começa no ano de 1535, quando o município ainda fazia parte da estrutura de Olinda. O donatário Duarte Coelho doou ao seu cunhado, Jerônimo de Albuquerque, as terras de Paratibe, em reconhecimento aos serviços prestados por ele à Colônia. Em 1550, Jerônimo de Albuquerque, por sua vez, doa essas terras ao português Gonçalo Mendes Leitão, que casou-se com sua filha, Antônia de Albuquerque. Iniciou ali um grande povoado, com a construção de um engenho dágua (com o nome de Paratibe), uma capela (dedicada a Santo Antônio) e um sobrado. Em 1555 era fundada a primeira freguesia.Após alguns anos, a propriedade de Paratibe passou a denominar-se Paratibe de Cima, sendo esta parte desmembrada, cabendo a um dos filhos de Gonçalo Mendes, que levantou um engenho e deu ao mesmo o nome de Paratibe de Baixo.Com a morte de Gonçalo Mendes, alguns lotes de terra foram vendidos, passando grande parte daquela propriedade para o domínio de outras pessoas. Nessa época, o Coronel Francisco Berenguer adquiriu, a titulo de compra, uma porção de terras em Paratibe de Cima, que se estendia até o riacho Lava-Tripas, fundando o Vínculo de Paratibe. Tal área abrangia os terrenos Cova da Onça, bem como os sítios do Viana, Ferraz e Mirueira, além de toda a extensão desde a estrada pública até o lugar denominado Água do Curral.Posteriormente, o engenho Paratibe de Baixo e toda a propriedade de Maranguape pertenceram ao mestre de campo João Fernandes Vieira, que construiu ali um sobrado para sua residência e uma capela dedicada a Nossa Senhora dos Prazeres.Após a sua morte, em janeiro de 1681, sua viúva fez escritura de dote para uma filha natural de João Fernandes, de nome Maria Joana Cezar, por seu casamento com o Capitão-Mor Jerônimo Cezar de MeIlo. Com o falecimento de Dona Maria Cezar, ocorrido em 1689, o Coronel Francisco Berenguer, irmão da falecida e testamenteiro, vendeu o referido engenho ao mestre de campo Manoel Alves de Moraes Navarro, natural da Capitania de São Paulo, de onde veio comandado por um terço de primeira linha para a chamada Campanha dos Palmares.Naquela época, era muito comum o uso da expressão: vou para o Engenho do Paulista ou venho de Engenho Paulista, o que originou, mais tarde, o povoado do Paulista, Vila do paulista e a partir de 1935, município do Paulista.Um fato importante na história do município aconteceu em 20 de maio de 1817, quando o padre João Ribeiro Pessoa de Mello Montenegro, participante da Revolução Pernambucana, suicidou-se ao tomar conhecimento do fracasso do movimento. Seu cadáver, sepultado na capela do Engenho Paulista, foi desenterrado e mutilado; a cabeça, separada do tronco, foi levada para o Recife e colocada no pelourinho por ordem do almirante Rodrigo Lobo, comandante da esquadra enviada da Bahia pelo conde dos Arcos, para reprimir a revolução.


Fonte: IBGE e Prefeitura Municipal.